Consulte o acervo da Revista Pellegrino utilizando a busca.

Partida rápida

Partida rápida

26/09/2018

Bateria precisa ter também durabilidade e desempenho confiável, com carga plena a qualquer momento e em qualquer situação

 

Por Paulo Carneiro


 

As partidas rápidas e seguras são o primeiro sinal de que a motocicleta está pronta para ganhar a rua, mas é preciso garantir também que ela tenha um bom desempenho na agitação do trânsito, sem falhas ou eventuais colapsos. Por essa razão, é importante contar com uma bateria de qualidade comprovada, que ofereça durabilidade e carga plena a qualquer momento, e em qualquer situação. Com a tecnologia atual, de modo geral, o componente vem selado de fábrica e praticamente não requer manutenção, mas os especialistas afirmam que existem outros diferenciais a serem levados em conta na hora da compra do produto.

Segundo o engenheiro de Aplicações da Johnson Controls Power Solutions, Marcos Randazzo, a linha de baterias Heliar para moto, por exemplo, é fabricada com a mais alta tecnologia AGM (separadores de lã de vidro absorvente), atendendo aos requisitos exigidos por todas as montadoras. Ainda segundo o engenheiro, além da alta qualidade de produção, ela tem a maior performance de partida do motor, avaliada pelo CCA (Cold Cranking Ampère - ou Corrente de Arranque a Frio). Esse teste indica a corrente máxima que a bateria pode fornecer na partida, sua principal função no veículo, mas não a única. De acordo com o engenheiro, isso significa que quanto maior for o CCA, melhor será o desempenho da bateria. “Toda essa qualidade e performance se traduzem em maior durabilidade para nossos clientes”, afirma Randazzo.

Segundo ele, a mesma tecnologia é usada para motos de alta e de baixa cilindrada. “As baterias possuem tamanhos e características elétricas conforme cada demanda. Quanto maior a cilindrada, maior é a demanda elétrica”, diz. “A Heliar PowerSports, por exemplo, é ideal para motos utilizadas todos os dias, garantindo partidas rápidas para quem não tempo a perder, com tecnologia AGM e seis meses de garantia.”


 

Orientação ao varejo

O profissional afirma que os cuidados da Johnson Controls com a qualidade não ficam apenas na produção, mas acompanham o produto em todas as etapas nas lojas do varejo. “A empresa, dessa forma, oferece orientação ao comerciante. Uma delas é que as baterias não devem ser armazenadas em locais com alta temperatura e umidade. Além disso, o varejista deve fazer uma boa gestão do estoque e realizar o FIFO (Fisrt in, First out), ou seja, vender primeiro as baterias que estão há mais tempo no estoque”, afirma. “Deve-se também verificar a tensão da bateria periodicamente, em média a cada três meses, para identificar produtos que eventualmente necessitem de recarga”, afirma. “Esses cuidados são meramente preventivos. Não há risco de vazamentos, pois com a tecnologia AGM não existe solução ácida livre na bateria, já que ela é absorvida pelo separador.”

As orientações da empresa, logicamente, também se estendem ao aplicador e ao usuário no sentido de prolongar a vida útil do produto. “A primeira recomendação para o motociclista é para que ele mantenha uma rotina de revisão da moto, incluindo a verificação da bateria”, declara. “Com isso, é possível identificar possíveis falhas no sistema elétrico, como consumo excessivo de carga, além de falha no sistema de recarga da bateria, possibilitando uma recarga de manutenção, quando e se houver necessidade.” Em segundo lugar, Randazzo recomenda ao mecânico e mesmo ao motociclista

que não adicionem outros dispositivos além dos aprovados pelo fabricante da motocicleta, uma vez que isso poderá causar um consumo de energia maior do que o projetado para o sistema elétrico.


Linha de frente

De acordo com Randazzo, a Johnson Controls também está na linha de frente no desenvolvimento de baterias com soluções energéticas que atendam a crescente demanda elétrica, também com foco no meio ambiente. Segundo ele, a empresa mantém um sistema de gestão ambiental, em atendimento à legislação, de modo a minimizar os impactos de poluição atmosférica e de geração de resíduos de chumbo. “A Johnson Controls, fabricante das Baterias Heliar, mantém um programa de logística reversa em todo o mundo, inclusive no Brasil, chamado Ecosteps, segundo o qual para cada nova bateria produzida, uma será reciclada”, afirma. “Além disso, toda a rede de distribuição das Baterias Heliar opera também como ponto de coleta de baterias inservíveis, que são recicladas através de empresas credenciadas e certificadas perante os órgãos ambientais.”

O engenheiro afirma ainda que as Baterias Heliar possuem a assistência técnica com cobertura nacional, através da rede de distribuição, tornando possível ao cliente final ser atendido em locais diferente em relação àquele onde foi adquirida a bateria. “Para o atendimento, basta o consumidor apresentar o certificado de garantia preenchido e sem rasuras, respeitando os prazos estabelecidos no mesmo.”


 

SAIBA MAIS

HELIAR

0800-161644

www.heliar.com.br